Clínica Vilosa

Dexintoxicação orgânica 
No decorrer da vida acumulamos invariavelmente metais tóxicos que até pouco tempo se chamavam de metais pesados, só que o alumínio é metal leve, por isso o termo hodierno é “metais tóxicos”

METAIS TÓXICOS  / Quelação

A medicina convencional tem o conhecimento de que os metais tóxicos ou metais pesados causam envenenamento, doenças quando ingeridos, inalados ou absorvidos pela pele.

O que ocorre entretanto, é que esses metais tóxicos, além de permanecerem nos vasos sangüíneos, se alojam no interior das células de órgãos como fígado, pulmão, ossos, cérebro, músculos, dentes, etc., impossibilitando, dessa forma, sua detecção através de exames laboratoriais tradicionais.

A presença de metais tóxicos no interior das células e suas implicações biofísicas e bioquímicas, dependendo do metal e de sua quantidade no organismo, ocasiona sinais e sintomas, desde vagos ou subjetivos, até graves (lesões no DNA, levando a neoplasias).

Sintomas vagos como parestesias (formigamento, flatulência, dores crônicas, "ruindade na cabeça e zonzeira"), para todas as doenças que não sabemos a causa, sempre criamos termos sugestivos para definí-las ou enquadramos em "sintomas" (conjunto de sintomas). Ex.: Síndrome de fadiga crônica, Síndrome do intestino irritável, Síndrome do pânico, Fenômeno de Raynaud, etc.

Por certo, tendo que hoje consideramos idiopáticos (de causa desconhecida), corresponde à doenças que não conseguimos desvendar mesmo com toda a ciência e tecnologia).

Atualmente e medicina utiliza recursos como, os da medicina quântica, Ortomolecular, engenharia genética, medicina nuclear, etc. Na tentativa de explicar origem de diversas doenças de causas desconhecidas.

O alvo principal, dos estudiosos, tem sido as células, as moléculas e os elementos químicos, dentre estes, os "tóxicos", que produzem "lesões intracelulares".

CONCEITO DE METAIS TÓXICOS :

São elementos químicos, alguns estranhos ao nosso organismo, outros necessários a ele, que em excesso (quando atingem níveis patológicos, se tornam extremamente maléficos).

A característica fundamental do metal tóxico (ou metal pesado), é produzir depleções, ou seja, reduzir a ação de minerais essenciais específicos. Esses metais tóxicos, agindo de forma direta ou pela deficiência destes minerais essenciais, levam ao aumento de RL (Radicais Livres), causando lesões mitocondriais, alterações de enzimas, hormônios, neurotransmissores.